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terça-feira, abril 28

Você tem medo de que?

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Não vou falar do medo da violência pois esse é o mal maior dos nossos dias, vou falar de outros medos.


Dias atrás passei por uma situação de muito medo, meu irmão mais novo sofreu um acidente em que no mínimo era para ter saído todo quebrado , mas felizmente saiu praticamente ileso, sem nenhuma sequela. Tive muito medo que ele estivesse gravemente ferido.


Eu tenho verdadeiro pavor de lagarta, é uma simples lagartinha me põe em panico, já dei escândalo na rua com direito a tirar a roupa , para desespero da minha mãe.


Uma vez fui descer de um tobagã e entrei em panico tentei frear com os braços e sai com raladuras nos dois braços, me pague para descer novamente num troço daqueles e ainda assim não desceria.


Meu filho mais novo quando criança tinha medo de pegadas na areia da praia, demorou um tempão para que perdesse esse medo.


Outro filho tinha medo de manequins, estes que ficam nas vitrines, e segundo ele até hoje se sente desconfortável diante de um deles.


Tem quem tenha medo de ficar sozinho, de perder o seu amor, de doença, de barata, rato, do mar... e por ai vai...


E você tem medo de que?




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para ter coragem, é preciso ter medo, pois se não houver medo a ser enfrentado não será coragem, pois se a coragem é uma virtude, ter medo te fará virtuoso. Segundo a Ética a Nicômaco, de Aritóteles, o comportamento que lhe trará mais felicidade será um comportamento intermediário, entre a temeridade (o que enfrenta o perigo só por prazer) e a covardia (é fugir mesmo quando enfrentar é necessário), um ponto de equilibrio, nunca destituido do medo, mas sempre cheio de coragem. Entretanto, deve-se ter medo de ter medo, como disse Montaigne em um célebre ensaio, pois o medo excessivo pode deitar tudo a perder.
beijo
Benno


******************************


medos e mais medos. Medo que nunca tive foi medo da morte ou do que viria depois dela, sempre acreditei na vida pós morte e nem sei explicar porque sempre nela acreditei. Dos medos atuais, que não chega bem a ser um medo, tenho medo de ser inútil ao mundo, de me deixar levar pela onda de desânimo que arrasa esse país que só sabe falar de política e esquece de fazer a sua parte; medo de me vender e escrever qualquer porcaria só para vender livro ou ser bem visto pelos colegas; medo de não dar o necessário à minha filha ou de maltratar a quem me ama e a quem eu amo. São medos básicos. Nada que me apavore. No lado mais objetivo, detesto barata e não simpatizo com lagartixas embora eu as tolere bem. Não são bem assim uns medos, mas certamente são uns medinhos...rs.

Abraços!
Mario


P.S : Os comentários aqui publicados , fiz sem a devida permissão dos seus autores, portanto se os mesmos não gostarem me avisem que retirarei sem demora.
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segunda-feira, abril 6

Infidelidade: uma questão tecnológica?

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A hora do corno


Num artigo de seis páginas, intitulado “A hora do corno”, a revista Superinteressante divulgou, na edição 263 de março 2009, uma matéria que trata de um velho tema com uma abordagem nova. A matéria sobre infidelidade conjugal, que começa com a questionável frase: “Estamos traindo mais. Mas a culpa não é nossa” é no mínimo inusitada. Confortável para todos os infiéis mortais, não?
.
Com base em pesquisas e dados estatísticos a revista tenta culpar modernidades como o celular, a internet, e até o Viagra, pelos altos índices de infidelidade nos últimos anos. Segundo a revista, uma pesquisa da USP em 2008, revelou que 68% dos homens e 42% das mulheres declararam já ter traído o parceiro. Ainda, como evidencia da nova era da infidelidade, a matéria cita o sucesso do site canadense Ashley Madison, que conta com mais de 3,5 milhões de usuários e é destinado a pessoas casadas interessadas em arrumar um amante. Só falta atribuírem à tecnologia também o crescente número de casos de AIDS.




Longe de querer fazer apologia ao adultério, os relacionamentos extraconjugais sempre existiram e nunca se ouviu alguém culpar o cavalo, o ônibus ou o trem que levava o amante até a casa do corno. Antigamente não existiam os meios de comunicação hoje disponíveis e a realidade social era outra, mas a infidelidade e a promiscuidade sempre estiveram presentes na sociedade. Antes, tudo acontecia em segredo; agora é até chique ter amante, muitas vezes disfarçado de "personal-qualquer-coisa" ou um affair.

Já no Século V a. C. a doutrina hedonista, que prega o prazer como bem supremo, encontrava defensores na Grécia. Segundo ela o homem é senhor do mundo e tem o direito de aproveitar todas as delicias e prazeres da vida. Desde a Idade Média a certeza da efemeridade do tempo e a incerteza da vida levam à necessidade da busca imediata dos prazeres. É a idéia do Carpe diem de Horácio, - gozar o dia - que é a base da idéia hedonista. Portanto, se há um defeito, quer seja genético, conceitual, ou filosófico está no próprio ser humano. Definitivamente a culpa não é do telefone.

As ferramentas sempre estiveram à disposição. Hoje é um celular ou uma conexão de internet. Antes poderia ser um cavalo para se cavalgar léguas até o domicílio da outra, ou um pombo correio para levar um bilhete apaixonado de um castelo a outro, às vezes até acertando o rapto da amada. O pombo correio evoluiu. A culpa também não é da internet absolutamente.



A infidelidade encontra lugar nos mais diversos momentos históricos. A prostituição é talvez seja a vilã mais antiga. Profissões como tropeiros, caixeiros viajantes, pilotos, comandantes de embarcações, sempre foram uma tentação para as aventuras fora do casamento. E nos casos de filhos do “coroné” com as “negrinhas”, filhos com a empregada, ou com a cunhada, qual seria a ferramenta culpada?

Quando inventaram o telefone imagino como as esposas pularam. Mais um vilão para destruir a família! Mas a infidelidade nunca dependeu nem de energia elétrica! E o que dizer da camisinha, da pílula e da emancipação da mulher? E agora? Coitada da Internet! Ela também não é culpada, o Viagra muito menos.

Acredito que há um certo folclore quanto à idéia de ser corno, há até quem ache isto engraçado, mas acho que esquecemos os conceitos de amor, de família, dignidade e respeito há muito tempo. Se há algum culpado, certamente não é o celular, a internet, ou sei lá o que. Não adianta sair por aí quebrando o celular ou o PC do parceiro. As ferramentas culpadas pelo adultério sempre estiveram por aí, são inerentes ao ser humano. Agora se ele algum dia vai conseguir domar seus hormônios é outra estória.



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segunda-feira, março 23

Internetês

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Dia desses recebi um email, em que num texto muito curto foram escritas várias palavras ao estilo internetês, o mesmo foi a inspiração para fazer esse post.

Lembro que quando comecei a acessar o conteúdo de blogs e comunidades na internet o que mais me chamou a atenção foi essa linguagem própria. A principio não gostei , achei que era uma espécie de assassinato do português.

Tenho filhos jovens que vivem no Orkut, MSN... e vi que escreviam nessa linguagem própria e nem por isso deixaram de escrever corretamente, com passar do tempo eu mesma me vi escrevendo como eles.

Tem uma revista que acho muito interessante : Língua Portuguesa, que traz uma excelente reportagem sobre esse assunto.

O mais interessante é que essa linguagem é típica da internet, embora alguns professores critiquem, nos concursos, provas de seleção e provas de sala de aula, redação os alunos não a usam, o que mostra que ela se restringe ao universo virtual.

Vejam algumas expressões usadas no dia a dia dos bate-papos:

O ABC do internetês:

Aki: aqui
msg: mensagem
mto: muito
vc: você
blz: beleza
kd:cadê
fds: final de semana
net: internet
tb: também
tah: tá
tc: teclar, digitar, conversar
flw: falou
fmz: firmeza
tdo: tudo
qdo: quando
pq: porque
eai: oi
qnt: quantos
alg: alguém
ans: anos
axo: acho
q: que
nd: nada
ñ: não
naum: não
a v: a ver
xau: tchau
att: atualizar
add: adicionar
acc: aceitar
bjs: beijos
Abs: abraços
loko: louco


Se vc é um dos críticos desse tipo de comunicação, sugiro que dê uma olhada e veja se vc ñ usou essa linguagem em algum momento.

Encontrei esse video muito interessante que fala inclusive dos emotions, muito usados pelos jovens principalmente, que são aquelas carinhas que expressam emoções como tristeza, alegria, e são muito comuns , são usados até em emails.

Desejo uma semana produtiva a todos.


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sábado, março 21

Estações

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É OUTONO!

O Outono, que em Astronomia é marcado pelo Equinócio de Outono, começou no último dia 20 de março de 2009, sexta-feira, às 08h44. O "Outono austral", como é chamado no nosso hemisfério, vai de 20 de março a 20 de junho. Por ser uma estação de transição entre o verão e inverno, apresenta características de ambas. As condições de tempo mudam rapidamente e dependendo da região podem ocorrer nevoeiros e geadas, principalmente nas regiões serranas das Regiões Sudeste e Sul.

Há uma redução das chuvas em grande parte do País. No Sul, Sudeste e parte da Região Centro-Oeste do Brasil, as temperaturas tornam-se mais amenas devido à entrada de massas de ar frio, com temperaturas mínimas que variam entre 12ºC a 18ºC. Nestas áreas, as temperaturas máximas oscilam entre 18ºC e 28ºC. Nas Regiões Norte e Nordeste, as temperaturas tornam-se mais homogêneas.

Além da queda de temperatura, o Outono é também caracterizado pela coloração amarelada das folhas das árvores e sua perda, que é uma das indicações mais visíveis da mudança de estação. A coloração das folhagens no outono é bem característica e de uma beleza impar. Umas ficam douradas, outras avermelhadas ou de muitas outras nuances de cor.
.
Estas mudanças são resultado das transformações químicas que estão ocorrendo nas folhas. Os nutrientes vão saindo para os ramos, tronco e raízes, onde ficam armazenados até a Primavera. À medida que os nutrientes migram para as outras partes da planta, as folhas param de fabricar clorofila, e os pigmentos amarelos, arroxeados e vermelhos aparecem. Assim as árvores armazenam esses nutrientes para o Inverno. Ao chegar a Primavera a árvore usa esses nutrientes para formar as novas folhas e florescer outra vez. A natureza recria a obra divina.

O Outono também pode ser celebrado como tempo de introspecção. Ele representa bem a metamorfose da natureza e de certa forma a do homem também. É uma etapa intermediária, preparatório entre a agitação do verão e a calmaria do inverno. As energias são alocadas para outros fins. Os hormônios parecem hibernar, o homem concentra-se em atividades mais intelectuais e espirituais.

Mas todas estas transformações são inerentes à existência dos seres vivos. E observar as transformações na natureza nos leva a reconhecer e a aceitar melhor as mudanças que ocorrem em nós mesmos. É preciso que as folhas caiam para que uma nova e exuberante folhagem possa surgir, o ódio precisa ser eliminado para dar lugar ao amor, enfim, a vida é uma eterna metamorfose.

Daqui a pouco será verão outra vez, aproveite a estação!
O Outono é também tempo de arte, de poesia, de Cecília...
.
Canção de outono
.
Perdoa-me, folha seca,
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o próprio coração?
.
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraquezaé
que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando àqueles
que não se levantarão...
.
Tu és a folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
- a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão...
.

Cecília Meireles
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sábado, março 14

Morando Sozinho

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A cada dia que passa é maior o número de pessoas que moram sozinhas. Cada um tem seu estilo, manias e gostos. Mas num aspecto todos concordam: liberdade é essencial, nada como chegar em casa na hora desejada sem ter que dar satisfação de onde estavam e com quem, sem hora marcada para o jantar, ou seja; poder fazer suas próprias regras. São estas, as principais justificativas de quem mora sozinho. Também tem as pessoas que moram sozinhas por falta de opção, perderam parentes, os filhos cresceram, perderam seus companheiros, são inúmeros os motivos.

Quem não conhece alguém que mora sozinho?

Já existe todo um segmento de mercado voltado para esse tipo de público. A cada ano aumenta a construção de imóveis de um quarto voltado para esse segmento, ainda assim a procura é maior que a oferta de imóveis no mercado, sem contar as possibilidades nos ramos de alimentação, turismo, lazer, só para citar alguns.

Essa é uma tendência que veio para ficar, as pessoas estão a cada dia mais individualistas, e quando atingem independência financeira não querem mais dividir espaço com irmãos, pais, e assim comandam seu próprio espaço.

Quando o assunto são as desvantagens de se morar sozinho foram citados:
As horas de solidão, o medo de ficar doente no meio da noite e não ter ninguém para socorrer, principalmente o medo de morrer e ninguém dar conta disso.

No geral as pessoas que optaram por morarem sozinhas estão satisfeitas, já as que foram obrigadas a morarem sós, sente-se infelizes a maior parte do tempo.

É mesmo importante esclarecer: viver sozinho não significa “ser solitário”. Trata-se, na maioria das vezes, de uma conseqüência natural da busca por mercado de trabalho, da autonomia profissional e financeira, situação típica dos grandes centros urbanos.

Para os que moram sozinhos e os que moram acompanhados, desejo um excelente fim de semana, em boa companhia; claro.

Uma boa dica: visitem o blog do Alisson da Hora, que está completando 4 anos , 500 postagens, não é para qualquer um, sem contar que vale a pena conhecer os seus escritos; recomendo.


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terça-feira, setembro 30

Um livro que vale a pena ser lido...

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Um dos mais belos livros que já li “As Boas Mulheres da China”, escrito pela radialista e jornalista chinesa, Xinran;

Xinran coletou inúmeros relatos sobre a vida da mulher chinesa contemporânea durante os oito anos em que comandou o programa da rádio de Pequim "Palavras na brisa noturna", entre 1989 e 1997 e no livro conta as histórias reais de mulheres de várias idades e condição social, vítimas da humilhação e do abandono: casamentos forçados, estupros, desilusões amorosas, miséria e preconceito.

Uma das histórias que mais me emocionou é a de Hongxue, uma menina estuprada pelo pai desde os 11 anos de idade e que arruinou deliberadamente sua saúde para se refugiar num hospital. Hongxue descobriu o afeto ao ser acariciada não por mãos humanas, mas pelas patas de uma mosca, o único toque gentil que recebeu na vida. Sua única felicidade foi quando soube que iria morrer e não retornaria jamais para a casa do pai.

Algumas histórias outras narradas no livro:

* Uma menina foi vendida em casamento para um velho e acorrentada, sem que os moradores do povoado ou as autoridades se dispusessem a interferir - isso porque existem ''36 virtudes, mas não ter herdeiros é um mal que nega todas elas'', e o velho estaria, portanto, no direito de assegurar sua continuidade. Mas, preocupada, uma pessoa da aldeia mandou uma carta anônima para Xinran, pois a menina estava para morrer por causa dos ferimentos causados pelas correntes. Ela implorava, no entanto, para que Xinran fosse discreta, pois se descobrissem quem havia denunciado, ela seria escorraçada da aldeia. Trecho do livro: ''A garota tinha só doze anos. Nós a tiramos do velho, que chorava e praguejava amargamente. (...) Não recebi nenhum elogio por salvar a menina, só críticas por 'deslocar soldados, causar agitação entre as pessoas' e desperdiçar o tempo e o dinheiro da emissora. Fiquei abalada com essas queixas. Havia uma garota em perigo e, ainda assim, ir em socorro dela foi visto como 'exaurir as pessoas e drenar o Tesouro'. Quanto valia, exatamente, a vida de uma mulher na China?'';

* Alijada da presença do filho, uma mãe passa-se por catadora de lixo só para vê-lo diariamente. Quando mais nova, o marido morreu prematuramente juntamente com um dos dois filhos e, após pensar em suicídio, criou o único filho que lhe restara. Este obtém sucesso, mas a mãe permanece fora de sua vida;

* Frustrado por não ter um filho, o pai de uma menina a criou como um menino e, depois de estuprada por um grupo de homens, passou definitivamente a abominar o contato com o sexo oposto e apaixonou-se por uma ativista homossexual que lhe ensinou sobre os prazeres da sexualidade;

* A filha de um general da facção de Chan-Kai-Chek, considerado traidor na época da Revolução, enlouquece. Os homens aproveitam-se dessa fraqueza e estupram a menina seguidamente até que a família a encontre em um estado de quase catatonia.

Perto da metade do livro, o leitor conhece quais são as três submissões e quatro virtudes das mulheres no pensamento masculino chinês: ''submissão ao pai, em seguida ao marido e, depois da morte deste, ao filho. As virtudes: fidelidade, encanto físico, decoro na fala e nos atos, e diligência no trabalho doméstico''.

E por fim, Xiram narra o motivo que a fez abandonar a China e se mudar para Londres: a Colina dos Gritos, uma comunidade onde as pessoas não têm casas e moram em cavernas, não há fogão ou panelas, a comida é escassa, não há roupas para as meninas, a maioria das mulheres têm útero caído e utiliza folhas no período menstrual causando-lhes feridas nas coxas.

O livro foi inspirado em perguntas que uma universitária lhe propôs quando se encontraram: ''Qual é a filosofia das mulheres? O que é a felicidade para uma mulher? E o que faz uma boa mulher?''

Um livro belíssimo, emocionante, informativo e que vale a pena ser lido.

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